Do Canadá famoso torneio de tênis: História, Sedes e Recordes

Quer saber qual é o famoso torneio de tênis do Canadá e por que ele importa? A resposta direta: o Aberto do Canadá (conhecido por nomes de patrocínio como National Bank Open ou Rogers Cup) é esse evento histórico.

Ele reúne os melhores do mundo em quadra dura, alternando entre Montreal e Toronto. Disputado desde 1881, mistura tradição, partidas de alto nível e momentos decisivos que realmente mexeram com a história do tênis.

Vista aérea de um estádio de tênis cheio de jogadores e espectadores durante um torneio famoso no Canadá.
Do Canadá famoso torneio de tênis: História, Sedes e Recordes

Neste texto, você vai entender como o torneio funciona atualmente e como acontece a alternância entre as cidades. Tem também curiosidades sobre campeões marcantes e grandes momentos que colocaram o evento no mapa.

Acompanhe para ver por que tantos fãs e jogadores consideram esse torneio obrigatório na temporada. Tem um impacto real na corrida pelos títulos maiores, pode apostar.

O que é o famoso torneio de tênis do Canadá?

O torneio é um evento combinado do circuito ATP e WTA, alternando entre Toronto e Montreal desde a era aberta. Ele é um ATP Masters 1000 no masculino e um WTA 1000 no feminino.

Tudo acontece em quadras duras, bem no verão do calendário do tênis.

Como funciona a alternância entre Toronto e Montreal

O torneio muda de cidade a cada ano: numa edição, os homens jogam em Toronto e as mulheres em Montreal. No ano seguinte, trocam de sede.

Isso permite que as duas cidades — ambas com muita tradição no tênis canadense — recebam os principais jogadores, sem sobrecarregar só uma infraestrutura.

A alternância exige logística bem planejada: instalações, alojamento, transporte, tudo se adapta para o evento de nível Masters 1000/WTA 1000. Em anos pares, por exemplo, os homens podem jogar em Toronto, enquanto as mulheres disputam em Montreal; depende do calendário da ATP e da WTA.

Principais superfícies ao longo dos anos

Desde o século XIX, o torneio já rolou em várias superfícies, até mesmo na grama nas primeiras edições. Hoje, a quadra dura ao ar livre é o padrão.

Essa mudança aconteceu para alinhar o torneio com outros eventos do circuito e atrair jogadores que se preparam para o US Open. As quadras duras deixam o jogo mais rápido do que no saibro, mas menos extremo que na grama.

Isso favorece jogadores com saque forte e jogo de fundo consistente, sabe?

Categorias ATP Masters 1000 e WTA 1000

O torneio faz parte da categoria ATP Masters 1000 no masculino, com pontos e premiação entre os maiores fora dos Grand Slams. Ou seja, quase sempre reúne os melhores do ranking ATP.

O formato é de chave principal e rodadas eliminatórias mais curtas. No feminino, é um WTA 1000, com o mesmo peso em pontos e importância no calendário WTA.

Ambos os lados seguem regras específicas de pontuação, número de cabeças-de-chave, bye para os melhores ranqueados. O status 1000 garante presenças de alto nível, cobertura de mídia gigante e atenção mundial.

Grandes Momentos, Campeões e Impacto

O torneio do Canadá já viu títulos históricos e finais memoráveis. É um verdadeiro termômetro para o verão norte-americano no circuito.

Tem recordes de várias eras, participações brasileiras importantes, e muitos jogadores usam o evento como preparação direta para o US Open.

Recordes icônicos e maiores campeões

Ivan Lendl é o maior vencedor masculino na Era Aberta, com seis títulos entre 1980 e 1989.

Novak Djokovic tem vários troféus (2007, 2011, 2012, 2016). Rafael Nadal e Andy Murray também marcaram vitórias decisivas, reforçando seus status de campeões de Grand Slam.

No feminino, Chris Evert e Monica Seles lideram na Era Aberta, cada uma com quatro conquistas. Lois Moyes Bickle tem o recorde histórico do período amador, com dez títulos entre 1906 e 1924.

Nomes como Roger Federer, Andre Agassi, Rod Laver e Steffi Graf também aparecem entre os campeões. A lista é cheia de lendas do tênis.

A participação de brasileiros e destaques locais

Gustavo Kuerten chegou à final de simples em 1997, ficando com o vice para Chris Woodruff.

Beatriz Haddad Maia foi finalista em 2022, perdendo para Simona Halep. Luisa Stefani conquistou o título de duplas em 2021 ao lado de Gabriela Dabrowski.

Bianca Andreescu venceu em 2019 e virou um marco para o tênis canadense, sendo um exemplo de ruptura local.

Esses resultados mostram que é possível ver tanto veteranos internacionais quanto talentos nacionais brilhando nos momentos decisivos.

Jessica Pegula e Pablo Carreño Busta são vencedores recentes que mantiveram o nível competitivo alto para participantes locais e estrangeiros.

O torneio como preparação para o US Open

O evento em Montreal ou Toronto acontece logo antes do US Open, e também é jogado em quadra dura. Não por acaso, a condição é igualzinha à do Grand Slam de Nova York.

Dá pra perceber ajustes táticos, mudanças no ritmo e até o desgaste físico dos jogadores ali, tudo antecipando o que pode rolar no US Open.

Campeões como Andy Roddick, Daniil Medvedev e Jannik Sinner já usaram semanas fortes no Canadá pra ganhar confiança antes do major. Isso faz diferença, não tem jeito.

Pra quem tá subindo, tipo Alexei Popyrin, vencer no Canadá dá um gás no ranking e na moral, justo antes daquela reta final de treinos.

A transição de superfícies e o calendário apertado deixam o torneio ainda mais interessante. No fim, acaba sendo um teste prático pra preparação rumo ao US Open.